Na solidão da noite, repensava a vida.
Suas alegrias, tristezas; suas glórias,
perdas; suas batalhas, aquiescências;
seus alaridos, silêncios. E ele nunca
estava lá. Escolheu seguir o destino
feito uma grossa cortina
intransponível. Deviam tê-la vazado
como tantas vezes fizeram com a lona
do circo!
Por Regina Ruth Rincon Caires, que vive em Campinas, São Paulo, Brasil.